Meu dinheiro sumiu da conta. E agora?

Sumiu dinheiro da minha conta

Há inúmeras reclamações de clientes de bancos sobre dinheiro que sumiu da conta. Na maioria dos casos, o dinheiro sumiu após uma transferência, um resgate de investimento ou até em pagamento de recebíveis.

Se o seu dinheiro sumiu da sua conta, primeiramente você deve entrar em contato com os canais oficiais de atendimento do banco. Lembre-se sempre de guardar comprovantes das transações fraudulentas e das conversas que você tiver com o seu banco.

Caso eles não consigam resolver o seu problema no prazo estabelecido, você pode tentar plataformas oficiais como o consumidor.gov ou o Procon do seu estado, ou até mesmo plataformas particulares voltadas para temas de direito do consumidor,  como o ReclameAqui.

Se, mesmo após isso, o banco não tiver devolvido o seu dinheiro, continue lendo para saber mais sobre os seus direitos em caso de fraude bancária.

 

Clonaram meu cartão

A primeira coisa a se fazer quando você percebeu que seu cartão foi clonado é ligar para a central de atendimento do cartão e reportar a fraude, pedindo seu cancelamento imediato. Informe ao seu banco todas as transações que você não reconhece no seu extrato.

Em seguida, faça um Boletim de Ocorrência na Delegacia do seu estado. Se acontecer alguma coisa com o seu nome e CPF, você tem mais comprovantes de que não fez as transações fraudulentas.

Lembre-se sempre de guardar os comprovantes de conversas e de todas as transações que você considerar fraudulenta.

Como a principal forma de clonar cartões hoje é através de compras online, fica uma dica é: use sempre um cartão virtual para fazer as compras e evite que sites usem seus dados.

Resgatei um investimento e o banco não liberou meu saldo

Cada fundo de investimento tem o seu prazo de cotização e de liquidação, então é importante atentar-se a essa informação para saber se o resgate ainda está dentro do prazo.

Caso já tenha passado da data de liquidação do resgate, o banco estará segurando indevidamente os recursos de seu cliente. Isso pode acarretar em outros tipos de problema do cliente, como impossibilidade de pagar contas, fornecedores e folha de pagamento, por exemplo, no prazo.

Alguns clientes relatam que não receberam os seus valores provenientes de resgates de investimentos há meses e já tentaram resolver o problema de todas as formas, mas sem sucesso.

Nesse caso, conte com a direitojá para ir atrás de seus direitos.

 

Minha conta está bloqueada. E agora?

Além de os requisitos de segurança exigidos pelos órgãos reguladores, cada banco possui sua política antifraude Por isso, não é sempre que acontece, mas o bloqueio da conta é uma medida de segurança que os bancos às vezes tomam para evitar que mais fraudes aconteçam. Isso pode acontecer devido a fraudes como contratações de serviços indevidamente, clonagem de cartão, entre outros.

No entanto, isso pode deixar seus clientes de mão atadas, pois muitas pessoas físicas e jurídicas têm muito a perder com o mau funcionamento do aplicativo ou sistema de banco. Há clientes que chegam a relatar que tiveram até prejuízo financeiro por conta de problemas similares.

 

O que fazer caso tenha sofrido uma fraude bancária?

Esperamos que não seja o caso, mas infelizmente estamos todos sujeitos a fraudes bancárias. As primeiras coisas que você deve fazer caso tenha sido vítima de fraude bancária é entrar em contato com o seu banco para avisar sobre a fraude ocorrida e fazer um boletim de ocorrência na Delegacia do seu estado com todos os dados do seu caso.

É importante que sempre guarde comprovantes das transações fraudulentas e documente as conversas e interações que teve com a sua instituição.

Cada banco tem a sua política em caso de fraudes. Se você tiver sido lesado e o banco não houver estornado o valor da fraude, conte com a direitojá para buscar seus direitos!

A direitojá usa tecnologia e inteligência de dados para te conectar com advogados especialistas no que você precisa.

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*A direitojá não é um escritório de advocacia e/ou presta, de qualquer forma, aconselhamento ou assessoria jurídica, sendo essas práticas exclusivas aos advogados inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil, conforme a Lei n.o 8.906/1994.

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